Forças criativas



Elma Carneiro - mista s/tela/ferrugem/texturas- 10/2017
"Carl Gustav Jung afirma que a escolha do tema ou a inspiração que brota na mente do autor advém de processos inconscientes, são produzidos pela necessidade de criação que é inerente a natureza humana, ou seja, a produção tanto de um sonho e fantasia, quanto de uma obra de arte, fazem parte de um processo criativo que de forma alguma pertencem ao artista ou ao sonhador. O material que se apresenta ao individuo advém dos processos autônomos da psique, e desta forma, quando este material surge na consciência o individuo não tem qualquer controle sobre ele, só lhe resta acatar as imagens e expressá-las da melhor forma que ele conseguir.

Jung já afirmava que não somos nós quem escolhemos os conteúdos, como no caso do tema de uma pintura, ou de uma musica, ou até mesmo a produção de um trabalho acadêmico (monografias, teses e dissertações), mas os conteúdos que nos escolhem. Em todo caso, é através de sua intuição que artista mergulha nas fontes criativas da psique coletiva, e é deste rico mundo que se apresenta a ele que vem a matéria prima de seu trabalho.

Para Jung as fontes da capacidade de criação estão contidas nesse inconsciente impessoal, coletivo, de onde emerge o novo. O artista é levado a imergir no manancial dessas forças criativas que é patrimônio da humanidade e, delas, configurar sua obra” (PERRONE, s/d, p. 5). ”

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“Assim sendo, a criação artística é um processo mental e a obra de arte está no espírito do artista”. Croce
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